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Trabalhar em Chiang Mai
Trabalho remoto, freelance e visto de trabalho — o que dá pra fazer legalmente.
Trabalho remoto pra empresa estrangeira
Tecnicamente, qualquer trabalho dentro do território tailandês exige visto/permit que autorize. Na prática, nômades digitais usam visto turismo, Education ou DTV (Destination Thailand Visa, criado em 2024) — esse último foi pensado pra trabalho remoto e dura 5 anos com 180 dias por entrada, ideal pra brasileiros CLT em multinacionais ou autônomos com clientes fora.
DTV — Destination Thailand Visa
Requisitos: comprovação financeira de 500.000 baht (~R$ 75.000) em conta há pelo menos 6 meses + atividade qualificada (trabalho remoto, soft power tipo cursos de muay thai/culinária, ou freelance via portfolio). Custa 10.000 baht, dura 5 anos, permite entrar e sair várias vezes.
Visto de trabalho (Non-B + Work Permit)
Pra trabalhar pra empresa tailandesa: ela precisa patrocinar o visto Non-B + emitir Work Permit. Setores que mais contratam estrangeiros aqui: ensino de inglês (TEFL), tech, hospitalidade, turismo. Salário mínimo pra estrangeiro varia por nacionalidade (brasileiros: 25.000-50.000 baht/mês exigidos pra emissão).
Abrir empresa na Tailândia
Estrangeiro só pode ter 49% — sócio tailandês com 51% é obrigatório (exceto BOI e LTR, que abrem exceções). Capital mínimo pra Work Permit do dono: 2 milhões de baht (~R$ 300.000). Vale pra quem vai operar localmente; pra renda externa, DTV é muito mais simples.
Plataformas freelance
Workana, Upwork, Toptal e Contra funcionam normalmente. Pagamento via Wise, Payoneer ou Deel. Imposto: o que importa é a residência fiscal — quem fica mais de 180 dias num ano fiscal tailandês vira residente fiscal aqui. Vale ver com contador especializado (Easy Audit, Acclime, MSNA recomendados).
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